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Matriz Curricular Políticas Públicas

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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS


DISCIPLINA: ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS
CARGA HORÁRIA: 60
CRÉDITOS: 04
EMENTA: históricos e institucionais das políticas públicas. Objetivos, natureza e dinâmica das políticas públicas. Instrumentos de políticas públicas. Ciclo de vida das políticas públicas. Avaliação de políticas públicas: objetivos, natureza e tipos de avaliação. Indicadores de processo, estrutura e resultados.

REFERÊNCIAS

BIRKLAND, Thomas. Agenda Setting in Public Policy. In Handbook of public policy analysis: theory, politics, and methods. London New York: Taylor & Francis Group, 2007.

DI GIOVANNI, G. As Estruturas Elementares das Políticas Públicas. Caderno de Pesquisa Nº 82. Campinas: NEPP, Unicamp, 2009.

Dicionário de Política. BOBBIO, N. (org.). 2 ed. Brasília: Ed. UnB, 1986.

Dicionário de Políticas Públicas. CASTRO, Carmem L. F.; GONTIJO, Cynthia R.B.; AMABILE, Antônio E. de N. (orgs.). Barbacena: EdUEMG, 2012.

Dicionário de Políticas Públicas. DI GIOVANI, G. E NOGUEIRA, M. A. (Orgs). 2 ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2015.

FARIAS, Carlos Aurélio P. Implementação de Políticas Públicas: Teoria e Prática. Belo Horizonte: Ed. PUC Minas, 2012.

__________. Ideias, conhecimento e políticas públicas: Um inventário sucinto das principais vertentes analíticas recentes. São Paulo, (ANPOCS). Revista Brasileira de Ciências Sociais. vol. 18 n. 51. fev./2003.

HEIDEMANN, Francisco G.; SALM, Jose Francisco (Orgs). Políticas Publicas e desenvolvimento: bases epistemológicas e modelos de analise. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2009.

HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

HOWLETT, M.; RAMESH, M. Studing Public Policy. In Policy Cicles and Policy Subsystems.Toronto, New York. Oxford University Press, 1995.

JANN,Werner; WEGRICH, Kai. Theories of the Policy Cycle. In Handbook of public policy analysis: theory, politics, and methods. London New York: Taylor & Francis Group, 2007.

RODRIGUES, M.A. Políticas Públicas. (Coleção Folha Explica). São Paulo: Publifolha Editora, 2010.

SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos. São Paulo: Centage Learning, 2013.

_________. Análise de Políticas Públicas. São Paulo: Centage Learning, 2016.

SOUZA, Celina. Estado da Arte da Pesquisa em Políticas Públicas. In HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

_________. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. In Sociologias, Porto Alegre, ano 8, no 16, jul/dez 2006, p. 20-45.



DISCIPLINA: ESTADO E PROTEÇÃO SOCIAL
CARGA HORÁRIA: 60
CRÉDITOS: 04
EMENTA: Natureza e funções do Estado contemporâneo. Proteção social: conceitos, características e objetivos. Modalidades de intervenção do Estado na área social. Estado de Bem-Estar Social: origem, desenvolvimento e transformações. Debate recente sobre a crise do Estado, da liberdade de expressão da ética. Caracterização da proteção social no Brasil.

REFERÊNCIAS


ARRETCHE, M.T.S. Emergência e Desenvolvimento do Welfare State: teorias explicativas. Boletim Informativo e Bibliográfico em Ciências Sociais. v. 39, p.3-40, 1995.

CASTRO, Jorge Abrahão de. Política social e desenvolvimento no Brasil. Economia e sociedade. Campinas. V.21. Número Especial. pp. 1011-1042. 2012.

CHAUI, Marilena. Sob o signo do neoliberalismo. In Cultura e Democracia. 13 ed. São Paulo: Cortez, 2011.

Dicionário de Política. BOBBIO, N. (org.). 2 ed. Brasília: Ed. UnB, 1986.

Dicionário de Políticas Públicas. CASTRO, Carmem L. F.; GONTIJO, Cynthia R.B.; AMABILE, Antônio E. de N. (orgs.). Barbacena: EdUEMG, 2012.

Dicionário de Políticas Públicas. DI GIOVANI, G. E NOGUEIRA, M. A. (Orgs). 2 ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2015.

DRAIBE, S.M., AURELIANO, L. A especificidade do Welfare State Brasileiro. In: Dain, S. A política social em tempo de crise, economia e desenvolvimento. v. 3, Parte 1. Brasília: MPAS/CEPAL, 1989.

DRAIBE, Sônia. Estado de Bem-Estar, Desenvolvimento Econômico e Cidadania. In HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

DRAIBE, Sônia. Welfare State no Brasil: Características e Perspectivas. Caderno de Pesquisa, n.8, pp.1-50, Campinas, NEPP-Unicamp, 1993.

ESPING-ANDERSEN, Gosta. As três economias políticas do Welfare State. Lua Nova, n. 24, pp.85-116, set./1991.

INSTITUTO de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA). O Brasil em 4 décadas. (Texto para Discussão 1500). Rio de Janeiro: IPEA, 2010.

KERSTENETZKY, Celia Lessa. O Estado do Bem-Estar Social na Idade da Razão. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

MARSHALL, Thomas H. Cidadania, classe social e status. Tradução de Merton Porto Gadelha. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

___________. “Citizenship and Social Class”. In MANZA, J.: SAUDER, M. (eds.). Inequality and Society. Now York: W.W. Norton and Co, 2009.

MEDEIROS, Marcelo. A trajetória do Welfare State no Brasil: papel redistributivo das políticas sociais dos anos 1930 aos anos 1990. Brasília: Ipea, 2001.

OLIVEIRA, Francisco. O Surgimento do Antivalor: Capital, força de trabalho e fundo público. CEBRAP, Novos Estudos, n. 22. Out. 1988.

PARIJIS, Phillipe Van. Capitalismo de Renda Básica. Lua Nova, n.32. pp. 69-91, 1994.

PORCHMAN, Mácio. Proteção Social na Periferia do Capitalismo: Considerações sobre o Brasil. São Paulo em Perspectiva, 18(2) 2004, pp. 3-16.

TITMUSS, R, Commitment to Welfare. Londres: Allen and Unwin, 1968.

TITMUSS, R. Social Policy: An Indroduction. New York: Pantheon Books, 1974.

VIANA, A.L.D., LEVCOVITZ, E. Proteção social: introduzindo o debate. In: VIANA, A.L.D., ELIAS, P.E.M., IBAÑEZ, N. Proteção social: dilemas e desafios. São Paulo: Hucitec, 2005. p.15-57.

WELFARE 1989. In SIMPSON, J.; WEINER, E. S. C. (eds.). The Oxford English Dictionary. Oxford: Oxford University Press, 1989, v.20, p.108.

WILENSKY, H. L. The Welfare State and Equality. Berkeley: University of California Press, 1975.



DISCIPLINA: FEDERALISMO E PROCESSOS DE REGIONALIZAÇÃO: DESENVOLVIMENTO EGIONAL E CIDADANIA
CARGA HORARIA: 30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: O Global e o local. Conceito de união, território, região, governança, federalismo e regionalização. A regionalização administrativa como condição necessária para o desenvolvimento socioeconômico integrado e sustentado nas regiões brasileiras. Regionalização das políticas públicas e políticas sociais. Índices de desenvolvimento regional e nacional.

REFERÊNCIAS

ARRETCHE, Marta T. S. POLÍTICAS SOCIAIS NO BRASIL: descentralização em um Estado federativo. RBCS Vol. 14 no 40 junho/99 BASKARAN, T., FELD, LP, & SCHNELLENBACH, J. Fiscal federalism, decentralization and economic growth: a meta anaylis. Economic Inquiry. Vol. 54. No. 3. July 2016. 1445-1463.

BONINI, LMM; ALMEIDA-SCABBIA, RJ. Dinâmicas sociais e desenvolvimento local – conceitos e delimitações. In.: BONINI, LMM; ALMEIDA-SCABBIA, RJ; SARTORELLO, R. Dinâmicas sociais e desenvolvimento local. Curitiba: CRV. 2017.

ELIAS, DENISE. Globalização e Fragmentação do Espaço Agrícola do Brasil. Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales. V.10, n.218. Barcelona, 2006.

GADELHA, Sergio R.B. Conceitos introdutórios sobre federalismo e federalismo fiscal In. Introdução ao federalismo e ao federalismo fiscal no Brasil. Escola nacional de administração pública (Enap). Disponível em: http://repositorio.enap.gov.br/handle/1/3186

HAESBAERT, Rogério. Região, Diversidade Territorial e Globalização. Geografia, Revista do programa de pós-graduação em geografia da Universidade federal Fluminense, Niterói, RJ. V. 1.n.1.P.15 – 39. Jan/Abr. 1999.

HAESBAERT, Rogério. Região, Regionalização e Regionalidade: questões contemporâneas. Geografia, Revista Antares, n.3, Jun/Jul. 2010.

KERBAUY, Maria T.M. Federalismo, descentralização e democracia das diferentes formas de organização e participação da sociedade civil local Estudos de Sociologia.

KOGA, D.; GANEV, E.; FAVERO, E. Cidades e questões sociais. São Paulo: Terracota, 2009.

LAVALLE, AG; BARONE, LS. Conselhos, associações e desigualdade. In.: ARRETCHE, M. (org.). Trajetória das desigualdades. São Paulo: ed UNESP:CEM. 2015.

MADISON, J.; HAMILTON, A.; JAY, J. The federalist papers. USA: Tribeca Books. s/d.

MARIANO, J. Trajetória da atuação dos municípios na gestão das politicas publicas> as novas estratégias de gestão. In.: BONINI, LMM; ALMEIDA-SCABBIA, RJ; SARTORELLO, R. Dinâmicas sociais e desenvolvimento local. Curitiba: CRV. 2017.

MACEDO, Fernando. Síntese do Desenvolvimento Regional no Brasil: da identificação do problema ao PNDR. IV Seminário sobre Desenvolvimento Regional. Rio Grande do Sul, UNISC, 2015. Disponível em: < https://online.unisc.br/seer/index.php/redes/article/view/6221>.

MEDICI, AC. Políticas sociais e federalismo. In.: AFFONSO, RBA.; SILVA, PLB (org.) A federação em perspectiva – ensaios selecionados. São Paulo. Fundap.1995.

MELLO, GUILHERME ARANTES, et al. O Processo de Regionalização do SUS: Revisão Sistemática. Ciência e Saúde Coletiva. 22 (4). 2017.

MONNERAT. GKL, ALMEIDA, NLT, SOUZA, RG. A intersetorialidade na agenda das politicas sociais. Campinas, SP: Ed. Papel social, 2014.

MOURA, ROSA. O Complexo Diálogo entre o Urbano e o Regional. Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional. n. 4. Blumenau, 2016.

OLIVEIRA, FA., BIASOTO JR., G. Descentralização das políticas sociais no Brasil. IN.: ARRETCHE, M. RODRIGUEZ, V. Descentralização das políticas sociais no Brasil. São Paulo: FUNDAP: FAPESP:BRASILIA:IPEA. 1999.

OLIVEIRA, T. O poder local e o Federalismo brasileiro. Belo Hotizonte: Forum 2010.

RODRIGUEZ, V. Federalismo e interesses regionais. In.: AFFONSO, RBA.; SILVA, PLB (org.) A federação em perspectiva – ensaios selecionados. São Paulo. Fundap.1995.

SANTOS, M. & SILVEIRA, ML. O Brasil: território e sociedade no inicio do século XXI. Rio de Janeiro: Record. 2006.

SANTOS, Milton. Paisagem e espaço. In.: SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado – fundamentos teóricos e metodológicos da geografia. São Paulo: Edusp. 2014.

SOARES, MM & MACHADO, JA. Federalismo e Políticas públicas. Brasilia, DF: ENAP. 2018.

SOUZA, CELINA. Federalismo, desenho constitucional e instituições federativas no Brasil pós 1998. Revista de Sociologia Política. n.24. Curitiba, 2005.



DISCIPLINA: PESQUISA INTERDISCIPLINAR: EPISTEMOLOGIA E MÉTODOS

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Campo Interdisciplinar das Políticas Públicas (PPs). Os fundadores, definições de PPs. Epistemologia das PPs: Análise Descritiva/teórica (policy studies) e Análise Prescritiva/aplicada (policy analysis). Diferença entre Análise e Avaliação de PPs. Abordagem Racionalista/Positivista e Construtivista/Argumentativa (pós-positivista). Tipos de métodos: Quantitativos, Qualitativos e Mistos. Modelos de Análise de PPs. Modelo do Ciclo de Políticas Públicas. Tipologias das PPs.

REFERÊNCIAS

ARRECHE, Marta. Tendências no estudo sobre avaliação. In: RICO, Elizabeth Melo (org.). Avaliação de Políticas Sociais: Uma Questão em Debate. São Paulo, Cortez, 1998.

BIRKLAND, Thomas. Agenda Setting in Public Policy. In Handbook of public policy analysis: theory, politics, and methods. London New York: Taylor & Francis Group, 2007.

CAPELLA, Ana Cláudia. Perspectivas Teóricas sobre o Processo de Formação de Políticas Públicas. In HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

DI GIOVANNI, G. As Estruturas Elementares das Políticas Públicas. (Caderno de Pesquisa Nº 82). Campinas: NEPP, Unicamp, 2009.

Dicionário de Política. BOBBIO, N. (org.). 2 ed. Brasília: Ed. UnB, 1986. (pdf)

Dicionário de Políticas Públicas. CASTRO, Carmem L. F.; GONTIJO, Cynthia R.B.; AMABILE, Antônio E. de N. (orgs.). Barbacena: EdUEMG, 2012.

Dicionário de Políticas Públicas. DI GIOVANI, G. E NOGUEIRA, M. A. (Orgs). 2 ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2015.

DYE, Thomas. Mapeamento dos modelos de análise de políticas públicas. In HEIDEMANN, Francisco; SALM, J. F (Orgs.)., op. cit., Brasília: Editora UNB, 2014.

HEIDEMANN, Francisco; SALM, J. F (Orgs.). Políticas Públicas e Desenvolvimento: bases epistemológicas e modelos de análise. Brasília: Editora UNB, 2014.

HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

HOWLETT, M.; RAMESH, M. Studing Public Policy. In Policy Cicles and Policy Subsystems.Toronto, New York. Oxford University Press, 1995.

JANN,Werner; WEGRICH, Kai. Theories of the Policy Cycle. In Handbook of public policy analysis: theory, politics, and methods. London New York: Taylor & Francis Group, 2007.

LINDBLOM, Charles. Muddling through 1: a ciência da decisão incremental. In HEIDEMANN, Francisco; SALM, J. F (Orgs.)., op. cit., Brasília: Editora UNB, 2014.

__________. Muddling through 2: a ubiquidade da decisão incremental. In HEIDEMANN, Francisco; SALM, J. F (Orgs.)., op. cit., Brasília: Editora UNB, 2014.

____________. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. In Sociologias, Porto Alegre, ano 8, no 16, jul/dez 2006, p. 20-45.

RODRIGUES, M.A. Políticas Públicas. São Paulo: Publifolha Editora, 2010.

SCHNEIDER, Anne L. Orientação política para a pesquisa de avaliação: evolução histórica e guia prático. In HEIDEMANN, Francisco; SALM, J. F (Orgs.), op. cit. Brasília: Editora UNB, 2014.

SECCHI, Leonardo. Análises de políticas públicas: Diagnóstico de problemas e recomendação de solução. São Paulo: Cengage Learning, 2016.

SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos. São Paulo: Cengage Learning, 2013.

SIMON, Herbert A. Modelo comportamental de escolha racional. In HEIDEMANN, Francisco; SALM, J. F (Orgs.)., op. cit., Brasília: Editora UNB, 2014.

SOUZA, Celina. Estado da Arte da Pesquisa em Políticas Públicas. In HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.



DISCIPLINA: SEMINÁRIOS DE PESQUISA EM POLÍTICAS PÚBLICAS
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Esta disciplina constitui-se na apresentação de seminários científicos por pesquisadores, docentes ou pós-graduandos das diversas áreas básicas e aplicadas envolvendo Políticas Públicas em Cultura e Cidadania, Saúde e Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Sustentabilidade.

REFERÊNCIAS

ARRECHE, Marta. Tendências no estudo sobre avaliação. In: RICO, Elizabeth Melo (org.). Avaliação de Políticas Sociais: Uma Questão em Debate. São Paulo, Cortez, 1998.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 5ª ed. Lisboa: Edições 70, 2009

CAPELLA, Ana Cláudia. Perspectivas Teóricas sobre o Processo de Formação de Políticas Públicas. In HOCHMAN, Gilberto et ali (Org.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

CRESWELL, J. W. Projetos de Pesquisa - Métodos qualitativos, quantitativo e misto. Porto Alegre: ARTMED. 2007. DAY,R.A. &

DI GIOVANNI, G. As Estruturas Elementares das Políticas Públicas. (Caderno de Pesquisa Nº 82). Campinas: NEPP, Unicamp, 2009.

Dicionário de Políticas Públicas. CASTRO, Carmem L. F.; GONTIJO, Cynthia R.B.; AMABILE, Antônio E. de N. (orgs.). Barbacena: EdUEMG, 2012.

Dicionário de Políticas Públicas. DI GIOVANI, G. E NOGUEIRA, M. A. (Orgs). 2 ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2015.

GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Record, 2011.

KRIPPENDORFF, K. Content analysis – an introduction to its methodology. 2a ed. London: Sage Publcations, 2004

KRIPPENDORFF, K. Content analysis – na introduction to its methodology. 2a ed. London: Sage Publcations, 2004

MARTIN, D. Refletindo a formação interdisciplinar na pós-graduação. Saude soc., v. 20, n. 1, p. 57-65, 2011

MARTIN, D. Refletindo a formação interdisciplinar na pós-graduação. Saude soc., v. 20, n. 1, p. 57-65, 2011

MINAYO, M.C.S. Pesquisa social – teoria, método e criatividade. Ed. Vozes:RJ. 2002.

SECCHI, Leonardo. Análises de políticas públicas: Diagnóstico de problemas e recomendação de solução. São Paulo: Cengage Learning, 2016.

SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos. São Paulo: Cengage Learning, 2013.



LINHA DE PESQUISA: DIVERSIDADE, POLÍTICAS CULTURAIS E CIDADANIA

DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIDADANIA PARA AS MINORIAS: DIVERSIDADE, DESIGUALDADE E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
CARGA HORÁRIA: 30 HORAS
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Analise das bases teóricas e históricas da construção da cidadania no Brasil enquanto conceito chave para a formulação e implementação de políticas públicas de inclusão das minorias e de combate às desigualdades sociais. Exame da construção dos seguintes conceitos: (1) Cidadania civil, política, social (Marshall, Carvalho) e cultural (Chaui); (2) Minorias e o direito à diversidade; (3) Desenvolvimento social e o combate às desigualdades.

REFERÊNCIAS

_______. Estado Federativo e Políticas Sociais. Determinantes da descentralização. 3. Ed. Rio de Janeiro: Revan; São Paulo: Fapesp, 2011.

ARRETCHE, Marta (Org.). Trajetórias das Desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos 50 anos. 1 ed. São Paulo: Editora Unesp, 2015.

BANDEIRA, Pedro. Participação, Articulação de Atores Sociais e Desenvolvimento Regional. Texto para Discussão 630. Brasília: IPEA, 1999.

BENEVIDES, Victória de Mesquita. A cidadania ativa. Referendo, plebiscito e iniciativa popular. São Paulo: Ática, 1991.

BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia M. Cidadania, um projeto em construção: minorias, justiça e direitos. São Paulo: Claro enigma, 2012.

CARVALHO, J. Murilo. Cidadania no Brasil. 23 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.

CHAUI, Marilena. Cidadania cultural: O direito à cultura. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006.

CHAVES, L. G. Mendes. Minorias e seu estudo no Brasil. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 1, n. 1, p. 149-168, 1977.

DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é um conceito? In O que é a filosofia? 2 ed. Rio de Janeiro: Editora 34, 2001.

FERNANDES, Ivan. A Democracia reduz a Desigualdade econômica? São Paulo: EdUfabc, 2017.

JUBILUT, Liliana et all. Direito à Diferença: aspectos teóricos e conceituais da proteção às minorias e aos grupos vulneráveis. Vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2013.

KLIKSBERG, Bernardo. Repensando o Estado para o Desenvolvimento Social. São Paulo: Cortez, 1998.

MACEDO, Fernando. Síntese do Desenvolvimento Regional no Brasil: da identificação do problema ao PNDR. IV Seminário sobre Desenvolvimento Regional. Rio Grande do Sul, UNISC, 2015. Disponível em: < https://online.unisc.br/seer/index.php/redes/article/view/6221>.

MARSHALL, T. H. Cidadania, classe e status. Rio de Janeiro: Zahar, 1967. (pdf)

PANDOLFI, Dulce et alii. Cidadania, justiça e violência. Rio de Janeiro: FGV, 1999.

RIOS JUNIOR, Carlos Alberto. Direitos das Minorias e limites jurídicos ao poder constituinte originário. São Paulo: Edipro, 2013.

SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Cidadania e Justiça. A política social na ordem brasileira. Rio de Janeiro: Campus, 1979.

SEN, Amartya. A Desigualdade Reexaminada. São Paulo: Record, 2001.

SEN, Amartya. A Ideia de Justiça. São Paulo: Cia das Letras, 2011.



DISCIPLINA: EDUCADOR SOCIAL: EMANCIPAÇÃO, PREVENÇÃO E PRESERVAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Conceito de educador social. O papel do educador social na formação da consciência política. Formação continuada no marco social. Inclusão social: emancipação social, preservação e prevenção.

REFERÊNCIAS

CUNHA, Célio da; SOUSA, José Vieira de; SILVA, Maria Abádia da (orgs). Políticas Públicas de Educação na América Latina: lições aprendidas e desafios. Campinas, SP: Editora Autores Associados, 2011.

DELORS, Jacques (et al). Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre a Educação para o século XXI. São Paulo: Cortez Editora, 1998. Disponível em Acesso em 27/07/2013.

DEMO, Pedro. Política Social, Educação e Cidadania. 13ª edição. Campinas, SP: Papirus, 2012.

GOHN, M.G. Educação não-formal e o educador social. São Paulo: Cortez Ed. 2010

GUSMÃO, Neusa Maria M. de (org). Diversidade, Cultura e Educação. São Paulo: Biruta, 2003.

HAMMES, V.S. Educação ambiental para o Desenvolvimento sustentável. Construção da proposta pedagógica. Vol.1. Rio de Janeiro: Globo, 2004.

PETRUS, A. & TRILLA. J. Profissão Educador Social. Porto alegre: Artmed. 2003

SERRANO, G.P. Educação em valores – como educar para a democracia. Porto Alegre: Artmed. 2002.

SILVA, Tomaz Tadeu (org); HALL, Stuart; Woodward, Kathryn. Identidade e Diferença. A perspectiva dos estudos culturais. 9ª Ed. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2009.



DISCIPLINA: CULTURA E TERRITORIALIDADE
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: O espaço público na cidade contemporânea. A geografia cultural. Território e cultura: paisagem cultural. Paisagem cultural e patrimônio. Linguagens e territórios: modos de ver e de viver o espaço.

REFERÊNCIAS

CANCLINI, Néstor G. Culturas híbridas. São Paulo: EdUSP, 1997.

CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, 2012.

CARLOS, Ana F. A. (org). Crise urbana. São Paulo: Contexto, 2015.

CASTRO, I. E.;GOMES, P. C. C. Olhares geográficos: modos de ver e de viver o espaço. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.

CLAVAL, Paul. A geografia cultural. Florianópolis, SC: EdUFSC, 2014.

COELHO, Teixeira (org). A cultura pela cidade. São Paulo: Iluminuras, 2008.

HYYSSEN, Andreas. Culturas do passado-presente: modernismos, artes visuais, políticas da memória. Rio de Janeiro: Contraponto/Museu de Arte Moderna do Rio, 2014.

LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2014.

RIBEIRO, Rafael W. Paisagem cultural e patrimônio. Rio de Janeiro: IPHAN/COPEDOC, 2007.

ROSENDHAL, Zeny;CORRÊA, Roberto L. Espaço e cultura: pluralidade temática. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2008.

ROSENDHAL, Zeny;CORRÊA, Roberto L. Geografia cultural: uma antologia. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.

SERPA, Angelo. O espaço público na cidade contemporânea. São Paulo: Contexto, 2013.

SILVA, Cátia A. da; Campos, Andrelino. Metrópoles em mutação. Rio de Janeiro: Revan/FAPERJ, 2008.

SILVA, Fernando P. Arte pública: diálogo com as comunidades. Belo Horizonte, MG: C/Arte, 2005.

SOUZA, Marcelo L. de. Os conceitos fundamentais da pesquisa socioespacial. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013.

VASCONCELLOS, P. de A.;CORRÊA, R. B. A cidade contemporânea: segregação espacial. São Paulo: Contexto, 2013.



DISCIPLINA: MÍDIA E POLÍTICAS CULTURAIS: GLOBAL, REGIONAL E LOCAL
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Políticas Públicas e a democratização da comunicação. O poder da comunicação na arena política e social. As ações dos governos e a formação de opinião pública mediada pelos meios de comunicação e pelas estratégias políticas dos atores sociais. A comunicação pública direcionada à governança participativa. As mídias regionais, locais, comunitárias e folkcomunicacionais afirmativas da diversidade cultural e social voltadas à inclusão das minorias. O papel das mídias como atores no processo das políticas públicas: agendamento/proposição, cobertura/acompanhamento, responsabilidades/avaliação. As mídias e a avaliação das políticas públicas.

REFERÊNCIAS

CALABRE, Lia. Políticas culturais no Brasil. Rio de Janeiro, Ed. FGV, 2019.

CANELA, Guilherme. Políticas Públicas Sociais e os desafios para o jornalismo. 1ª. Edição. São Paulo: ANDI/Cortez Editora, 2008.

CASTELLS, Manuel. O Poder da Comunicação. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2015.

D’ANCONA, Matthew. Pós-Verdade – A nova guerra contra os fatos em tempos de Fake News. Faro Editorial: São Paulo, 2018.

DOWNING, John D. H. Mídia Radical: rebeldia nas comunicações e movimentos sociais. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.

DUARTE, Jorge (ORG.). Comunicação Pública: estado, mercado, sociedade, e interesse público. São Paulo: Atlas, 2012.

DURAND, José carlos. Política Cultural e Economia da Cultura. São Paulo: Sesc, 2013.

FEIJÓ, Martin. O que é Política Cultural. São Paulo: Brasiliense, 2005.

FOSSÁ, Maria Ivete Trevisan. Das Ruas à Mídia: Representação das manifestações sociais. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2015.

MARQUES DE MELO, José; GOBBI, M. Cristina; SATHLER, L. (Orgs,). Mídia cidadã: utopia brasileira. São Bernardo do Campo: Cátedra Unesco/Metodista, 2006.

MARQUES DE MELO, José; SOUSA, Cidoval M.de; GOBBI, M. Cristina (Orgs,). Regionalização midiática: estudos sobre comunicação e desenvolvimento regional. Rio de Janeiro: Sotese/ São Bernardo do Campo: Cátedra Unesco/Metodista / Taubaté: UNITAU, 2006.

MEIRA, P.R.S.; SANTOS, C.P.S.; MAFRA, D.P. Marketing Social: aplicações métricas ao setor público. Brasília: Senado Federal, 2015.

MELO, José Marques de. Mídia e cultura popular: história, taxionomia e metodologia da folkcomunicação. São Paulo: Paulus, 2008.

_________. Mídia regional e local: aspectos conceituais e tendências. Comunicação & Sociedade: Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social. São Bernardo do Campo: Póscom-Umesp, a. 26, n. 43, p.67-84, 1o. sem. 2005.

OLIVEIRA, Maria José da costa Oliveira. Comunicação Pública. São Paulo: Alínea, 2004.

PAIVA, Raquel; BARBALHO, Alexandre. A comunicação e a cultura das minorias. São Paulo: Paulus, 2005.

PENA, Felipe. Teoria do Jornalismo. São Paulo: Editora Contexto, 2005.

PERUZZO, Cicília M.K. Mídia local e suas interfaces com a mídia comunitária. Anuário UNESCO/UMESP de comunicação regional. São Bernardo do Campo: Cátedra Unesco / UMESP, 2003. p.52-78.

SCHMIDT, C.; Valente, H.; PRADOS, Rosália (Orgs). Mídia e Políticas Culturais. São Paulo: Ed. Ícone, 2015.

SCHMIDT, Cristina. Folkcomunicação na arena global. São Paulo: Ductor, 2006.

UNESCO. Indicadores de desenvolvimento da mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação. Brasília : Organização das Nações Unidas, 2010.



DISCIPLINA: DIVERSIDADE CULTURAL E DIREITOS HUMANOS
CARGA HORÁRIA: 60 HS
CRÉDITOS: 04
EMENTA: Diversidade cultural, Direitos Humanos e governança democrática. Diálogos interculturais, os processos de empoderamento e cultura da paz. Memória e preservação de saberes tradicionais e minoritários, Formação do povo brasileiro, suas matrizes e formação de identidades diversas. O binômio inclusão/exclusão e percepções sobre a pobreza. Direitos humanos e democracias tardias. Cultura e cidadania com vistas a políticas culturais afirmativas. Declaração da Diversidade Cultural e o direito à cultura. A perspectiva cultural do desenvolvimento.

REFERÊNCIAS

ARRECHE, Marta (Org.). Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos 50 anos. São Paulo: Editora da Unesp/CEM, 2015.

BARROS, José Marcio (Org.) Diversidade Cultural: da proteção à promoção. Belo Horizonte-MG: Autêntica, 2008.

BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

____________. Globalização: as consequências humanas. São Paulo: Zahar, 1999.

____________. Identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.

BOTELHO, A.; SCHWARCZ, L.M. (Orgs.). Cidadania, um projeto em construção: minorias, justiça e direitos. São Paulo: Claro Enigma, 2012.

BOTELHO, Isaura. Dimensões da Cultura: Políticas Culturais e seus Desafios. São Paulo: Edições Sesc, 2016.

BOURDIN, Alain. A questão local. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

BURKE, Peter. Hibridismo Cultural. Vale do Rio dos Sinos-RS: Editora Unisinos, 2016.

CANCLINI, Nestor Garcia (Coordenação Acadêmica). Culturas da Ibero-América: Diagnósticos e propostas para seu desenvolvimento. São Paulo: Moderna, 2003.

____________. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. 4ª Edição. São Paulo: Edusp, 2003.

CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 24ª Edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.

CASTELLS, Manuel. O poder da identidade. São Paulo/Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2018.

CASTRO, Maria Laura Viveiros de; Fonseca, Maria Cecília Londres. Patrimônio imaterial no Brasil: Legislação e Políticas Culturais. Brasília: UNESCO, Educarte, 2008.

CHAUI, Marilena. Cultura e Democracia: o discurso competente e outras falas. 13ª Edição. São Paulo: Editora Cortez, 2014.

_____________. Cidadania cultural: o direito à cultura. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006.

COELHO, Teixeira. Dicionário Crítico de Política Cultural. São Paulo: Fapesp/Iluminuras, 2016.

CUÉLLAR, Javier Pérez (org.). Nossa Diversidade Criadora: relatório da comissão mundial de cultura e desenvolvimento. Campinas/SP: Papirus, Brasília: Unesco, 1997.

CUNHA, Newton. Cultura e ação cultural: uma contribuição a sua história e conceitos. São Paulo: Edições Sesc, 2010.

HALL, Stuart. A identidade Cultural na pós-modernidade. 10ª. Edição. Rio de Janeiro: DP&A, 2008.

KAUARK, G.; BARROS, J.M.; MIGUEZ, P. (Org.). Diversidade Cultural: políticas, visibilidades midiáticas e redes. Salvador/BA: Edufba, 2015.

LEITE, Edson. Turismo Cultural e Patrimônio Imaterial no Brasil. São Paulo: Intercom, 2011.

PELEGRINI, Sandra e FUNARI, Pedro Paulo. O que é Patrimônio cultural. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2008.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido. São Paulo: companhia das Letras, 1995.

SOARES, Inês V. P.; CUREAU, Sandra. (Orgs.). Bens Culturais e Direitos Humanos. São Paulo: Edições Sesc, 2015.

SOUZA, Jessé. A Elite do Atraso. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2019.

UNESCO. Relatório Mundial da UNESCO: Investir na Diversidade Cultural e no Diálogo Intercultural. Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura: Paris, França, 2009.

VELLOSO, João Paulo (Coord.). O Brasil e a economia criativa: um novo mundo nos trópicos. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008.

VOLLMANN, William T. Por que vocês são pobres? São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010.



DISCIPLINA: TÓPICOS ATUAIS EM POLÍTICAS CULTURAIS
CARGA HORÁRIA: 02
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Políticas culturais: definição e concepções. Políticas culturais no Brasil: da década de 1970 à contemporaneidade. Políticas públicas e patrimônio cultural material e imaterial. Política cultural urbana: tendências e perspectivas. Dinâmicas sociais, inclusão e cultura.

REFERÊNCIAS

ANICO, Marta. Políticas da cultura em Portugal e Espanha. Revista de Turismo y patrimonio cultural. Vol.7, n.2, 2009.

BOTELHO, I. Dimensões da Cultura e Políticas Públicas. São Paulo Perspec. [online]. 2001, vol.15, n.2, pp. 73-83. ISSN 0102-8839. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/spp/v15n2/8580.pdf

BOURDIEU, P. A Produção da crença. Contribuição para uma economia dos bens simbólicos. São Paulo: Zouk, 2002.

Cadernos CENPEC/ Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária. n. 7. São Paulo: CENPEC, 2007.

CALABRE, Lia. Políticas culturais no Brasil. Rio de Janeiro, Ed. FGV, 2019.

CHAUI, Marilena. Cidadania cultural: o direito à cultura. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006.

COELHO, Teixeira (org.). A cultura pela cidade. São Paulo: Iluminuras, 2008.

CORÁ, Maria A. J. Do material ao imaterial: patrimônios culturais do Brasil. São Paulo: EDUC/FAPESP, 2014.

DURAND, J. C. Cultura como Objeto de Política Pública. São Paulo Perspectiva [online]. 2001, vol.15, n.2, pp. 66-72. ISSN 0102-8839. Disponível: http://www.scielo.br/pdf/spp/v15n2/8579.pdf

GOODARZPAVAM, P.; CAMESO, F.C.B. Preservation of cultural heritage via education of children, utilizing visual communication: Persepolis as a case study. Creative Education Journal. pp. 141-151, vol.9, n.2, February 2018.

HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

TEIXEIRA COELHO. J. (org) A cultura pela cidade. São Paulo: Iluminuras/Itaú Cultural. 2008



DISCIPLINA: MÉTODOS QUALITATIVOS E QUANTITATIVOS DE PESQUISA EM CIÊNCIA SOCIAL
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS:2
EMENTA: A metodologia científica, os tipos de pesquisas e de métodos de análise de dados. O debate epistemológico no campo das Políticas Públicas: os modelos específicos de análise e as tipologias de classificação. Métodos qualitativos, quantitativos e mistos aplicados à pesquisa das Ciências Sociais.

REFERÊNCIAS

Agresti, Alan e Finlay, Barbara. Métodos Estatísticos para as Ciências Sociais. Porto Alegre: Penso, 2012.

Bolfarine, Heleno e Bussab, Wilton. Elementos de Amostragem. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.

Bussab, Wilton e Morettin, Pedro A. Estatística Básica. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

Casella, George e Berger, Roger. Inferência Estatística. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

Kellstedt, Paul M. e Whitten, Guy D. Fundamentos da Pesquisa em Ciência Política. São Paulo: Blucher, 2015.

King, Gary, Keohane, Robert, e Verba, Sidney. El Diseño de la Investigación Social. 3 ed. Madrid: Alianza, 2009.

Sharpe, Norean R., De Veaux, Richard D., e Velleman, Paul F. Estatística Aplicada: Administração, Economia e Negócios. Porto Alegre: Bookman, 2011.



DISCIPLINA: SEMIÓTICA, CULTURA E CIDADANIA.
CARGA HORÁRIA: 04
CRÉDITOS: 04
EMENTA: Panorama da Semiótica. Processos de elaboração e reelaboração do mundo semioticamente construído. Semiótica Aplicada. Semiótica das Culturas. Manipulação e Ideologias na contemporaneidade: recortes culturais nas enunciações das novas ordenações políticas, econômicas e sociais. Discursos nas práticas sociais da contemporaneidade. Cultura e Cidadania.

REFERÊNCIAS

BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec.1988.

BAUMAN, Zygmunt. Ensaios sobre o conceito de cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.

BOURDIEU, Pierre. A Produção da crença. Contribuição para uma economia dos bens simbólicos. São Paulo: Zouk, 2002.

FONTANILLE, J. Semiótica do Discurso. Trad. PORTELA, Jean Cristtos. São Paulo: Contexto, 2008.

PAIS, C.T. Considerações sobre a semiótica das culturas, uma ciência da interpretação: inserção cultural, transcodificações transculturais. In: Revista Acta Semiótica et Lingvistica. SBPL, vol. 11, Ano 30, São Paulo: Terceira Margem, 2007.

PEIRCE, C.S. Logic as Semiotic: the theory of signs. In Philosophical writings of Peirce. Dover Publications. New York 1955.

PEIRCE, Charles S. The Collected Papers. Electronic Edition. Reproducing Vols. I-VI ed. Charles Hartshorne and Paul Weiss (Cambridge, MA: Harvard University Press, 1931-1935), Vols. VII-VIII ed. Arthur W. Burks (same publisher, 1958). Editorial Introduction by John Deely. Groups of the Peirce Database. s/d. Disponível em https://colorysemiotica.files.wordpress.com/2014/08/peirce-collectedpapers.pdf. Acessado em: 22.12.2016

PETRILLI, Susan & PONZIO, Augusto. Thomas Sebeok e os signos da vida. Pedro e João editores. São Carlos. 2011.

PRADOS, Rosalia M. N. & BONINI, Luci M.M. Ensaios de Semiótica Aplicada. Curitiba: Ed. CRV. 2017



DISCIPLINA: GESTÃO E PLANEJAMENTO DE AÇÕES CULTURAIS
CARGA HORÁRIA: 30
CRÉDITOS: 02
Ementa: Cultura e bens culturais. Política e Estética. Elaboração e desenvolvimento de projetos culturais. Captação de recursos, parcerias e apoios. Leis de incentivo à cultura. Propriedade Intelectual. Políticas culturais e ação cultural das comunidades, dos movimentos sociais e populares. Cidadania, autonomia dos grupos culturais e os canais de coparticipação das comunidades.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Plano Nacional de Cultura. Lei 12343/10. Secretaria de Políticas Culturais. Ministério da Cultura. Brasilia.2010

CESNIK, F.S. Guia do Incentivo à cultura. 2.ed.Barueri. Manole. 2007

FONSECA REIS, A.C. MARCO, K. (org). Economia da cultura: ideias e vivências. Rio de Janeiro: Publit, 2009.

PARIZZI, E.T. Manual técnico sobre leis de incentivo à cultura. 2.ed. Cuiabá. Ed. Tanta TintaCarlini/Caniato. 2011

ZANCHETI, S.M. Gestão do patrimônio cultural integrado. 1.ed. Olinda. Ceci. 2002



LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS, PRÁTICAS DE SAÚDE E DESENVOLVIMENTO

DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS NOS CUIDADOS E NO ENVELHECIMENTO
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS:20
EMENTA: As demandas e as peculiaridades das diferentes faixas etárias: do nascimento ao envelhecimento, enfocando o cuidar, os cuidados e a qualidade de vida, tanto em relação à normalidade, quanto em relação às patologias. A saúde entendida não como ausência de doenças mas sim como um bem-estar social. Qualidade de vida x saúde. Qualidade de vida x cultura. Qualidade de vida x meio ambiente. A promoção da qualidade de vida e a dignidade da pessoa humana.

REFERÊNCIAS

CICONELLI, R.M.; FERRAZ, M.B.; SANTOS, W.; MEINÃO, I.; QUARESMA, M.R. Tradução para a língua portuguesa e validação do questionário genérico de avaliação da qualidade de vida SF-36 (Brasil SF-36). Revista Brasileira de Reumatologia, São Paulo, v.39, n.3, p.143-50, 1999.

DANTAS, R.A.S; SAWADA, N.O.; MALERBO, M.B. Pesquisas sobre qualidade de vida: revisão da produção científica das universidades públicas do estado de São Paulo. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.11, n.4, p.532-8, 2003.

FLECK, M.P.A.; LOUZADA, S.; XAVIER, M.; CHACHAMOVICH, E.; VIEIRA, G.; SANTOS, L.; PINZON, V. Aplicação da versão em português do instrumento de avaliação de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-100). Revista de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.33, n.2, p.198-205, 1999.

______. Aplicação da versão em português do instrumento abreviado da qualidade de vida "WHOQOL-bref.Revista de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.34, n.2, p.178-83, 2000.

KREITLER, S.; KREITLER, M. M. Multidimensional quality of life: a new measure of quality of life in adults. Social Indicators Research, Prince George, v.76, n.1, p.5-33, 2006.

MICHALOS, A.C.; ZUMBO, B.D.; HUBLEY, A. Health and the quality of life: social indicators research. Social Indicators Research, Prince George, v.51, n.3, p.245-86, 2000.

MINAYO, M.C.S. O desafio do conhecimento- pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo – Rio de Janeiro: HUCITEC-ABRASCO, 1992

MINAYO, M.C.S.; HARTZ, Z.M.A.; BUSS, P.M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.5, n.1, p.7-18, 2000.

SCHMIDT, S.; POWER, M.; BULLINGER, M.; NOSIKOV, A. The conceptual relationship between health indicators and quality of life: results from the cross-cultural analysis of the EUROHIS field study. Clinical Psychology & Psychotherapy, Hoboken, v.2, n.1, p.28-49, 2005.

SEILD, E.M.F.; ZANNON, C.M.L.C. Qualidade de vida e saúde: aspectos conceituais e metodológicos. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.20, n.2, p.580-8, 2004.

WHOQOL Group. The development of the World Health Organization quality of life assessment instrument (the WHOQOL). In: ORLEY, J.; KUYKEN, W. (Eds.). Quality of life assessment: international perspectives. Heidelberg: Springer, 1994. p.41-60

PEREIRA, Érico Felden; TEIXEIRA, Clarissa Stefani; SANTOS, Anderlei dos. Qualidade de vida: abordagens, conceitos e avaliação. Rev. bras. educ. fís. esporte, São Paulo , v. 26, n. 2, p. 241-250, June 2012 . Available from . Accesso 15 Mar. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S1807-55092012000 200007.

Pessoa, R.W.A ; Nascimento, Leandra Fernandes. O lazer: um aspecto a ser considerado na qualidade de vida no trabalho. Gestão & Regionalidade – Vol. 24, no. 70, 2008

SECCHI, L. Políticas Públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos, 2º Edição, São Paulo Cengage Learning, 2016b.

WHOQOL GROUP. The World Health Organization Quality of Life Assessment (WHOQOL): Position paper from the World Health Organization. Social Science and Canesqui Medicine, Oxford, v. 41, n. 10, p. 1403-1409, nov. 1995.

WHOQOL GROUP. Development of the World Health Organization WHOQOL-B: quality of life assessment. Psychological Medicine, Cambridge, Vol. 28, N° 3, p. 551ª 558, 1998.



DISCIPLINA: TÓPICOS ATUAIS EM SAÚDE
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: História das Políticas públicas de saúde no Brasil. O Sistema Único de Saúde. Lei 8080/90 e lei 8142/90. Sistemas de Saúde no mundo. O conceito multidisciplinar de saúde. Doenças emergentes e reemergentes. Bioestatística em saúde coletiva.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA FILHO, Naomar de; BARRETO, Mauricio L. Epidemiologia & Saúde: Fundamentos, Métodos e Aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-2119-6

CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: Princípios e aplicações. ArtMed, 2011. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536311449/pageid/243

CAMPOS, Gastão Wagner de Souza et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: HUCITEC, 2009. 868 p. (Saúde em debate ; v. 170) ISBN 852710704X.

CAMPOS, Gastão Wagner de Souza et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed., rev. e aum. São Paulo: HUCITEC, 2015.

JEKEL, James F; ELMORE, Joann G.; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005-2006. viii, 432 p. ISBN 8536302968

PELICIONI, Maria Cecília Focesi, MIALHE, Fábio Luiz. Educação e promoção da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2012. http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-412-0106-3

SOLHA, Raphaela Karla Toledo. Sistema Único de Saúde – Componentes, Diretrizes e Políticas Públicas. Érica, 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536513232/ pageid/0

TAJRA, Sanmya Feitosa. Planejamento e Informação – Métodos e Modelos Organizacionais para Saúde Pública. Érica, 2014. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/ 9788536513188/pageid/0



DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL
CARGA HORÁRIA:30
CRÉDITOS: 02
EMENTA: Conceito de meio ambiente, recursos naturais e indicadores ambientais. Princípios básicos para a conceituação de impacto ambiental. Avaliação de impacto ambiental e legislação pertinente (Resoluções Conama 001/86 e 237/97). Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Estudo de casos na região do Alto Tietê: construção de barragens e extração de areia (apresentação da norma NBR 13030da ABNT).

REFERÊNCIAS

ANJANEYULU, Y., MANICKAM, V. Environmental Impact Assessment Methodologies. CRC Press; 2 edition, 428 pp., 2011.

CASTRO, J.F.G., Evaluacion de impacto ambiental. Ed. Fundacion Confemetal, Madrid, 2011.

GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

IBAMA. Avaliação de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília: IBAMA, 1995.

SANCHEZ, L.E. Avaliação de impacto ambiental - conceitos e métodos.. Ed. Oficina de Textos, São Paulo, SP, 496 pp., 2006.



DISCIPLINA: POLÍTICAS AMBIENTAIS E DINÂMICAS SOCIAIS.
CARGA HORÁRIA: 60
CRÉDITOS: 04
EMENTA: Política Nacional de Meio Ambiente e o SISNAMA. Dinâmicas Sociais, Cultura e Sustentabilidade: sociedade, cultura, e biodiversidade. Políticas ambientais locais e os desafios do desenvolvimento e da participação da população.

REFERÊNCIAS

BOFF, L. Sustentabilidade: o que é, o que não é. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. 200 p.

BONINI, L.M. M. & ALMEIDA-SCABBIA, R. J. Dinâmicas Sociais e desenvolvimento local: conceitos e delimitações. In, BONINI, Luci M.M., SARTORELLO, Ricardo, ALMEIDA-SCABBIA, Renata J. Dinâmicas sociais e desenvolvimento local. Curitiba: CRV. 2017.

BRASIL. Lei 6938/91. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=313. Acesso em 20 março 2017.

CARVALHO, AI. Determinantes sociais, econômicos e ambientais da saúde. In FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. A saúde no Brasil em 2030 - prospecção estratégica do sistema de saúde brasileiro: população e perfil sanitário [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz/Ipea/Ministério da Saúde/Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, 2013. Vol. 2. pp. 19-38. ISBN 978-85-8110-016-6. Available from SciELO Books

D’ISEP, C. M., MEDANAR, O. & NERY JR., N. Políticas públicas ambientais. São Paulo.Ed. RT. 2009

HEGTVEDT, K. JOHNSON, C., WATSON, L. Social Dynamics of legitimacy and justice. In. SABBAG, C, SCHMITT, M. (eds). Handbook of Social Justice: Theory and Research. Springer Science+Business Media. New York. 2016
. Doi:10.1007/978-1-4939-3216-0-23. pp.425-444

JACOBI, Pedro Roberto. Meio Ambiente, Riscos e Aprendizagem Social. CADERNOS DE PESQUISA: PENSAMENTO EDUCACIONAL 10.26 (2017): 346-364.

KOGA, Dirce, GANEV, Eliane, FÁVERO, Eunice (orgs) Cidades e questões sociais. São Paulo. Terracota. 2009

MARICATO, Ermínia. O impasse da política urbana no Brasil. Editora Vozes Limitada, 2017.

MINAYO, MCS., and MIRANDA, AC., orgs. Saúde e ambiente sustentável: estreitando nós [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002. 344 p. ISBN 978-85-7541-366-1. Available from SciELO Books

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